quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Dmitri Mendeleev.











Dmitri Ivanovich Mendeleev

Dmitri Ivanovitch Mendeleev nasceu em Tyumen Oblast, Rússia, em 1834. Em 1856, ele gradua-se em Química e vira professor até 1890.
Desenvolveu diversos trabalhos na área de química e física, não se restringindo apenas à periodicidade dos elementos químicos. Não descobriu os elementos químicos presente na tabela periódica apenas organizou os 63 elementos descobertos. Ele começa a desenvolver estudos sobre uma forma de organizar os elementos químicos, de acordo com os seus pesos atômicos. Em 1869, em um livro (Princípios de Química), ele publica a sua primeira tabela periódica.
A organização da tabela periódica de Mendeleev foi ordenada de acordo com propriedades semelhantes o que possibilita a ele, a previsão de outros compostos, de elementos ainda não descobertos. Dois dos elementos previstos por ele foram: o eka-alumínio (gálio) e o eka-silício (germânio).
Mendeleev foi um garoto prodígio desde pequeno, destacando-se em Ciências. Um dos fatores que motivou sua paixão pela Ciência foi seu cunhado, químico de fábrica. Mas ocorreu um acidente que destruiu a fábrica de cristais, ela foi queimada. Em vez de reconstruir a fábrica, a mãe de Dmitri resolveu investir mais na educação de seu filho. A mãe de Mendeleev se mudou para Moscou com todos os seus filhos para que ele entrasse na Universidade, só que infelizmente, Dmitri não conseguiu entrar, pois naquela época a cidade só admitia quem nascia em Moscou. Eles decidiram ir para São Petersburgo, só que era a mesma política em Moscou. Mas sua mãe se lembrou que o diretor do Instituto Pedagógico Central (escola que formava professores) era conhecido do finado pai de Mendeleev, fazendo com que ele conseguisse uma vaga. Nesse tempo ele teve um interesse pela química devido ao seu professor. Ele conseguiu se graduar em 1855, como primeiro de sua classe.
Sua pesquisa sobre a periodicidade dos elementos foi iniciada por conta de seu trabalho como professor na Universidade de São Petersburgo, mas para isso ele precisava organizar os dados que eram anotados em cartões e dependendo de sua semelhança mudava sua posição. Com sua pesquisa bem realizada surgiu a Tabela Periódica que é organizada em filas horizontais, de acordo com as massas atômicas crescentes e colunas verticais com elementos de propriedades semelhantes. Orgulhoso e seguro de seu trabalho, em 1869 o apresentou à comunidade científica e também deixou posições vazias, pois alguns elementos ainda não eram conhecidos. Antecipou as futuras propriedades dos elementos desconhecidos usando como base as propriedades dos elementos vizinhos com uma precisão surpreendente, mostrando o quanto era inteligente.
Dmitri recebeu o Prêmio Demidov em 1862 e uma medalha Copley em 1905. Sua morte, infelizmente foi em 1907.Como forma de homenagem, em 1955 o elemento atômico número 101 ganhou o nome de Mendelévio(Md).



{Tabela de Mendeleev.}


{tabela periódica de 2011.}





Fontes de pesquisa: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/dimitri-mendeleevi/dimitri-mendeleev-2.php
 http://www.ptable.com/ 
http://www.algosobre.com.br/biografias/dmitri-ivanovitch-mendeleev.html

Grupo: Aléxia Rocha nº01
Ana Isabel Rocha nº04
Elisa Fernandes nº013
Larissa Lopes nº22
Lorena Tavares nº24
Sarah Rabelo nº34
Ernest Rutherford
Grupo: 
Lucas-27
Bernado-07
Ernesto-14
Eduardo-12
Pedro-31
Arthur-06


Nasce em Nelson, cidade portuária da ilha sul da Nova Zelândia, Ernest recebeu a sua educação em escolas públicas. Aos 16 anos entrou em Nelson Collegiate School. Graduou-se em 1893 em Matemática e Ciências Físicas na Universidade da Nova Zelândia. Após ter concluído os estudos, ingressou no Trinity College,Cambridge, como um estudante na investigação do Laboratório Cavendish sob a coordenação de J. J. Thomson..
Uma oportunidade surgiu quando o lugar de professor de Física na Universidade de McGill, em Montreal ficou vago. Em 1898 ele partiu para o Canadá, para assumir o posto. No mesmo ano, foi nomeado professor de Física da Universidade de McGill, em Montreal, e em 1907 na Universidade de Vitória, Manchester.
. Venceu o Prêmio Nobel de Química de 1908. Precursor das descobertas em física atômica com suas pesquisas sobre a radioatividade.
De 1898 a 1907 é professor de física da Universidade McGill, no Canadá. Revela o fenômeno da radioatividade com base em pesquisas com o tório, feitas em colaboração com o químico Fredericky Soddy, da universidade em Canadá.
Radioatividade
experimentos
Em 1902, ambos conseguem provar que a radioatividade é um fenômeno que resulta da desintegração espontânea de elementos químicos dos átomos em outros completamente distintos e também radioativos. Logo no início das pesquisas sobre a radioatividade, ele descobriu que as radiações emitidas pelos materiais radioativos eram de três tipos. Um deles consistia em partículas negativas, que ele denomina partículas beta (logo se descobriu que se tratava de elétrons), outro tipo consistia em partículas positivas, que ele denominou de partículas alfa na seqüência das investigações, essas partículas foram identificadas com o núcleo do átomo de hélio. Isto é, elas continham dois prótons e dois nêutrons. O terceiro tipo de radiação é semelhante aos raios X, isto é, uma onda eletromagnética, que ele denominou raios gama. Por tudo isso ganhou o Prêmio Nobel de Química de 1908.
Modelo atômico de Rutherford
Ernest Rutherford De volta a Cambridge em 1909, desenvolve a moderna concepção do átomo como uns núcleos em torno do quais elétrons giram em órbitas elípticas. Usando uma folha laminada de ouro e partículas alfa. Ele direcionou essas partículas na folha, ele esperava que eles fossem atravessar, mas não manterem seu curso original, por causa da atração entre elétrons e prótons (partículas alfa são positivas). Mas quando ele iniciou a maioria passou pela folha, mas alguns bateram e voltaram, comprovando que o modelo atômico de Thomson estava errado para que as partículas voltassem, deveriam ter colidido em algo maior que as partículas alfa (ele descobriu o núcleo dos átomos) e porque as maiorias das partículas passaram, os átomos deveriam ser a maioria vazio (o espaço entre o núcleo e os elétrons). Assim ele descobriu o modelo atômico.
Transmutação artificial 
 No mesmo ano, realiza a primeira transmutação induzida, também conhecida como reação nuclear: bombardeia com partículas alfa um núcleo de nitrogênio e o transforma em oxigênio. As partículas a alfa (núcleos de Helio) foram direcionadas para gás nitrogênio dando origem a oxigênio.
   +       =     +   1 próton

Suas experiências levam à descoberta dos meios para a obtenção de energia nuclear. Foi também presidente da Royal Society (1925-1930). Em 1931 é agraciado com o título de lorde de Nelson pela Coroa britânica. Faleceu em Cambridge, Inglaterra, a 19 de Outubro de 1937.. Ernest Rutherford fez importantes contribuições para a física e química. Graças a ele hoje temos os elementos de número maior que 93 e usinas nucleares. 

bibliografia
obs: devido a problemas que nos não sabemos quais são, a postagem anterior não tinha imagens e faltava conteúdo.
Nasce em Nelson, cidade portuária da ilha sul da Nova Zelândia, Ernest recebeu a sua educação em escolas públicas. Aos 16 anos entrou em Nelson Collegiate School. Graduou-se em 1893 em Matemática e Ciências Físicas na Universidade da Nova Zelândia. Após ter concluído os estudos, ingressou no Trinity College,Cambridge, como um estudante na investigação do Laboratório Cavendish sob a coordenação de J. J. Thomson..
Uma oportunidade surgiu quando o lugar de professor de Física na Universidade de McGill, em Montreal ficou vago. Em 1898 ele partiu para o Canadá, para assumir o posto. No mesmo ano, foi nomeado professor de Física da Universidade de McGill, em Montreal, e em 1907 na Universidade de Vitória, Manchester.
. Venceu o Prêmio Nobel de Química de 1908. Precursor das descobertas em física atômica com suas pesquisas sobre a radioatividade.
De 1898 a 1907 é professor de física da Universidade McGill, no Canadá. Revela o fenômeno da radioatividade com base em pesquisas com o tório, feitas em colaboração com o químico Fredericky Soddy, da universidade em Canadá.
Radioatividade
Em 1902, ambos conseguem provar que a radioatividade é um fenômeno que resulta da desintegração espontânea de elementos químicos dos átomos em outros completamente distintos e também radioativos. Logo no início das pesquisas sobre a radioatividade, ele descobriu que as radiações emitidas pelos materiais radioativos eram de três tipos. Um deles consistia em partículas negativas, que ele denomina partículas beta (logo se descobriu que se tratava de elétrons), outro tipo consistia em partículas positivas, que ele denominou de partículas alfa na seqüência das investigações, essas partículas foram identificadas com o núcleo do átomo de hélio. Isto é, elas continham dois prótons e dois nêutrons. O terceiro tipo de radiação é semelhante aos raios X, isto é, uma onda eletromagnética, que ele denominou raios gama. Por tudo isso ganhou o Prêmio Nobel de Química de 1908.

Modelo atômico de Rutherford

De volta a Cambridge em 1909, desenvolve a moderna concepção do átomo como uns núcleos em torno do quais elétrons giram em órbitas elípticas. Usando uma folha laminada de ouro e partículas alfa. Ele direcionou essas partículas n folha, ele esperava que eles fossem atravessar, mas não manterem seu curso original, por causa da atração entre elétrons e prótons (partículas alfa são positivas). Mas quando ele iniciou a maioria passou pela folha, mas alguns bateram e voltaram, comprovando que o modelo atômico de Thomson estava errado para que as partículas voltassem, deveriam ter colidido em algo maior que as partículas alfa (ele descobriu o núcleo dos átomos) e porque as maiorias das partículas passaram, os átomos deveriam ser a maioria vazio (o espaço entre o núcleo e os elétrons). Assim ele descobriu o modelo atômico.

Transmutação artificial 
 No mesmo ano, realiza a primeira transmutação induzida, também conhecida como reação nuclear: bombardeia com partículas alfa um núcleo de nitrogênio e o transforma em oxigênio. As partículas a alfa (núcleos de Helio) foram direcionadas para gás nitrogênio dando origem a oxigênio.


Suas experiências levam à descoberta dos meios para a obtenção de energia nuclear. Foi também presidente da Royal Society (1925-1930). Em 1931 é agraciado com o título de lorde de Nelson pela Coroa britânica. Morreu em Cambridge. Ernest Rutherford fez importantes contribuições para a física e química. Graças a ele temos hoje os elementos de número atômico maior que 93 e temos as usinas nucleares.



Arrhenius

Svante August Arrhenius 
Biografia
Svante August Arrhenius, nasceu em Vik, Suécia, 19 de fevereiro de 1859. Um ano após seu nascimento, a família mudou-se para Uppsala, onde seu pai trabalhava como agrimensor. Entrou aos 8 anos na escola da Catedral de Vik, tendo maior facilidade em física e matemática, sendo o aluno mais jovem a forma-se em 1876. Aos 17 anos, ingressou na Universidade de Uppsala para estudar matemática, física e química e cinco anos mais tarde, foi para Estocolmo, onde cursou o doutorado e estudou na Academia das Ciências.


Foi casado com Sofia Rudbeck, com quem teve um filho. O casamento não durou muito tempo. Após receber o Prêmio Nobel em 1903, casou-se com Maria Johansson, com quem teve três filhos.

Em 1904 passou a dirigir o Instituto Nobel de Química e Física (1905-1927). Tornou-se famoso por suas teorias sobre a dissociação eletrolítica, assinalando o início de uma nova era nos estudos da físico-química. Faleceu em Estocolmo, 2 de outubro de 1927.


Contribuições científicas
Arrhenius era um físico-químico que se interessou por condutividade elétrica de soluções aquosas. Neste campo, ele desenvolveu vários trabalhos, a partir dos quais, ficou conhecido como um dos maiores cientistas. Ele observou que para cada substância havia um grau de dissociação especial, ou seja, substâncias diferentes poderiam ter dissociações diferentes. A definição de Arrhenius para ácidos e bases derivou trabalhos sobre condutividade elétrica de compostos dissolvidos em água.

Ele se baseou também na teoria do físico alemão Clausius, que admitira que um eletrólito contém íons separados em quantidades muito pequenas, Arrhenius chegou à conclusão de que, na verdade, o número de moléculas dissociadas poderia ser uma fração tão grande do número de moléculas dissolvidas que se igualaria à unidade, em casos especiais de soluções bastante diluídas.



Essa teoria, muito combatida naquela época, foi finalmente aceita, quando experiências posteriores comprovaram sua veracidade. O reconhecimento máximo aconteceu em 1903, quando recebeu o Prêmio Nobel de Química “em reconhecimento dos extraordinários serviços prestados ao avanço da química através de sua teoria da dissociação eletrolítica”.


A Teoria da Dissociação Eletrolítica
Durante o século XIX, muitos cientistas procuravam explicações para o fato de algumas soluções conduzirem corrente elétrica e outras, não. Foi Arrhenius quem encontrou a resposta ao assegurar que uma substância ao ser dissolvida em água se divide em partículas menores. Em alguns casos, essa divisão para nas moléculas e a solução não conduz corrente elétrica. Porém, em algumas vezes a divisão vai além de moléculas e estas se dividem em micro partículas com carga elétrica que são denominadas íons. Aí sim, a solução conduz corrente elétrica.

Na continuidade de seus estudos, Arrhenius identificou os íons presentes nas soluções e criou a definição de ácidos, bases e sais.

Principal teoria de Arrhenius 
Ácido: substância que em solução aquosa sofre ionização, liberando como cátion somente H+.
Água
HA H+ + A

Base: substância que em solução aquosa, sofre dissociação iônica, liberando como único ânion os íons OH- (hidroxila).
Água
BOH B+ + OH-

O processo de neutralização consiste na união dos íons hidrogênio e hidroxila para formação de água.
H++ OH H2O
Sal: toda substância que em solução aquosa, sofre dissociação iônica, liberando pelo menos um cátion diferente do H+ e pelo menos um ânion diferente do OH-
ZX→Z+X-
Arrhenius em seus experimentos.
Veja agora um vídeo de do cientista Arrhenius fazendo experiências com suco de repolho roxo que é um indicador natural de ácidos e bases para uma família. E explicando o que são substâncias ácidas e básicas.




Integrantes: Ana Clara- 03, Brenda Meneses- 08, Maria Eduarda- 29, Matheus Ferreira- 30, Victória Orleans- 38, Yara Braide- 41

Linus Pauling

Linus paulinG
                          Fotografia do Journal of Chemical Education Janeiro/1996
   


Linus Pauling nasceu em Portland, Oregon, Estados Unidos da América, a 28 de fevereiro de 1901 e morreu aos 93 anos, em 20 de agosto de 1994, após uma brilhante carreira profissional, complementada por intensa atividade de cunho humanitário na sociedade civil.
Um dos maiores químicos de todos os tempos, Pauling também é famoso por suas atividades humanísticas, seu comprometimento civil pela paz e contra a bomba atômica. Aos 24 anos, obteve PhD em química no Caltech, o Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, onde viria a lecionar.
Em 1954 ele recebeu o Prêmio Nobel de Química, principalmente pela obra A Natureza das Ligações Químicas, publicada em 1939, que colocou as bases da Ligação Covalente entre átomos, para formar as moléculas.
Depois, em 1962 recebeu o Prêmio Nobel da Paz por participar ativamente de manifestações contra testes nucleares, o uso de bombas atômicas como armas de guerra e a construção de usinas nucleares.
Ele estudou Química no Caltech, o famoso Instituto de Tecnologia da Califórnia e pesquisou e ensinou no próprio Caltech, na Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara e em San Diego, na Universidade de Stanford em Palo Alto, Califórnia. Foi um pesquisador ativo até a sua morte, quando atuava como Diretor de Pesquisa no Instituto Linus Pauling de Ciências e Medicina, também em Palo Alto.
Em 1928 publicou um dos seus primeiros trabalhos associando as idéias sobre a estrutura do átomo com a noção de ressonância entre várias estruturas moleculares equivalentes e alternativas.
Pauling publicou em 1931 o trabalho considerado por ele como o mais importante, propondo que, antes da ligação, os orbitais dos átomos fazem combinações, sofrendo alterações de geometria e de energia, gerando os orbitais híbridos, para então se ligarem e formarem as moléculas. Este modelo explicou de modo absolutamente claro a geometria das ligações dos compostos orgânicos, cujo principal componente é o átomo de carbono.
Orbitais de átomos de todos os elementos químicos podem sofrer hibridização mas o efeito é notável nos compostos orgânicos, importantes por seu papel nos processos ligados à vida.
Depois, Pauling continuou a explicar a formação das moléculas, começando pela mais simples, a molécula de hidrogênio, com apenas dois átomos, e generalizando para os demais casos. Estava sendo proposta a Teoria da Ligação de Valência, fundamental para o entendimento da formação, da estabilidade, do comportamento, etc, das moléculas e portanto das substâncias. Com um trabalho tão vasto e importante, Pauling brincava e dizia que gostaria de ser lembrado como a pessoa que "descobriu a Vitamina C".
A Vitamina C foi descoberta por outro pesquisador, em 1927, mas em 1967, Pauling redescobriu-a, revelando a importância de terapias com base nela em processos infecciosos, como em gripes. Nos seus últimos anos de vida, publicou um trabalho relatando que concentrações significativas de Vitamina C podem impedir, in vitro, a duplicação do vírus HIV.

O trabalho científico de Pauling nos últimos anos da sua vida está rodeado de profunda controvérsia. Advogou que a ingestão diária de doses elevadas de vitamina C (gramas e não miligramas) evitaria as constipações; essa ideia não era completamente nova, já o bioquímico Irwin Stone (1907-1984) a tinha sugerido. Mas Pauling vai muito mais longe; afirma que a vitamina C não só evitaria as gripes, como preveniria (e trataria) infecções virais e mesmo o cancro. Isso levou, inclusive, ao estabelecimento de uma nova disciplina, a medicina ortomolecular, e à fundação do instituto correspondente (actualmente, Pauling Institute of Science and Medicine), em 1974, em Palo Alto, na Califórnia).
Linus Pauling é um gigante do nosso século e deve ser lembrado pelo seu desempenho magnífico como cidadão de seu tempo e pesquisador sério, mas ele foi, acima de tudo, um pensador. Ainda nos anos 50, ele foi confrontado com Van Vleck, que propos a Teoria de Orbitais Moleculares para explicar a formação das moléculas. Esta teoria tem sólida base matemática, enquanto que a Teoria de Pauling explica os fenômenos e depois procura as equações.



                        http://educacao.uol.com.br/biografias/linus-pauling.jhtm


        Video!


 Grupo: Luana Porto - nº25
            Virna Rabelo - nº39
            Yasmin Girão - nº42
            Eveline Torquato - nº15
            Sarah Maia - nº35
            Débora Tavares - nº10